zenpunk

joined 1 month ago
[–] zenpunk@lemmy.eco.br 1 points 11 hours ago

Muito boa a tua explicação! Ainda não tinha lido como era essa entrega de dados de usuários do Proton. De qualquer modo, mesmo que seja um serviço ~transparente, não vejo por que utilizá-lo se você quiser fugir dos serviços padrão.

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 1 points 11 hours ago

Utilizando Disroot agora. Até o momento me parece um serviço decente. Há quem diga que os servidores são instáveis. Como o utilizo sobretudo offline via Thunderbird, não sinto essa instabilidade...

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 1 points 11 hours ago

Utilizei Proton Mail pelos últimos dois anos. Neste 2026, o meu armazenamento de mensagens de parco 1GB estava começando a ceder. Decidi migrar de conta.

O primeiro passo, o mais básico de todos e que flui até mesmo em serviços da Google, foi de encaminhar mensagens para uma outra conta. E eis que descubro que um usuário Proton que quiser ter acesso a esse serviço deve pagar por uma conta premium.

Anos antes, tentei logar com o Proton no serviço Thunderbird, para ter acesso offline às mensagens, agendar mensagens etc., e novamente: é necessária conta premium.

Gosto de alguns serviços da empresa. O VPN é decente e o gerenciador de senhas também não deixa na mão. Mas o serviço de e-mail é simplesmente imoral. Basicamente replica e satura as estratégias de mercado de uma Big Tech das mais terríveis.

Somado a tudo isso ainda tem essas notificações anuais de que algum usuário teve o IP entregado para a polícia.

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 0 points 12 hours ago (1 children)

Cara, baseado em quê você está falando isso???? Que loucura esse fio aqui!!!!

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 2 points 12 hours ago

Resposta completamente desnecessária. Fediverso já foi mais inclusivo... Me somo aqui ao r2castro.

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 1 points 12 hours ago (1 children)

Você mora no interior do país? Não sei como são nesses últimos espaços públicos, mas se você morar em uma cidade média ou grande, acho que não tem problema, não. Do contrário, creio que o identificador pode até lhe ajudar em casos de acessibilidade...

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 2 points 12 hours ago

Na minha região pelo menos, raramente vejo menores de idade acompanhando seus pais em tais lugares

Nesse caso, somente fiz uma ilustração. Seria de fato muuuito estranho haver crianças nesses espaços.

E caso a criança precise de acesso a sistemas mais habituais, hoje em dia existe o conceito de sistemas imutáveis.

Não tinha ouvido falar ainda desse conceito. Vou pesquisar aqui. Mas em geral, defendo que para crianças e pré-adolescentes o melhor meio de comunicação é o “telefone burro”. Já ouvi falar até mesmo de pais que adquiriram um telefone fixo particular para os filhos pequenos. Isso faz com que a comunicação entre seus pares não seja intermediada por plataformas que podem sucumbi-las ao vício, sugando seus dados desde a tenra idade.

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 1 points 2 days ago (2 children)

“não precisam cuidar de seus filhos que nós o Estado faremos”

Mas se formos tratar os lugares virtuais como tratamos os lugares concretos, não seria estranho permitir que menores de idade frequentem espaços em que haja interações restritamente adultos, como em bares e boates? Falta alguma regularização que dê às plataformas sociais a fé pública de que certas informações sensíveis não circulam entre certos usuários.

Regularizar plataformas não seria terceirizar a responsabilidade dos pais para esses espaços, mas sim dar mais uma ferramenta de cobrança por essa fé pública, não? Usando o cigarro de exemplo, mesmo que seu uso por menores de idade fosse incorreto, se não tivesse regulação de vendas, nenhum bar poderia ser cobrado por vender unidades para menores de idade.

Em um mundo ideal, sim, cada família teria a agência do que cada membro pelo qual são responsáveis tem acesso. Porém, os adultos mesmo mal têm condições de fazer a agência de seus próprios perfis, seja por falta de tempo, seja por falta de letramento digital ― quem dirá a dos de seus filhos... Aí é que entra a importância de se regularizar os espaços digitais.

Se os pais inclusive detiverem o controle da conta, podem inclusive dependendo da rede requisitar o histórico de interações apagadas

Seria uma ótima forma de ter um controle de circulação de menores se, para permitir a entrada deles, fosse necessário a permissão de um outro usuário veterano maior de idade.

Ouvi uma solução muito boa de se desenhar sistemas operacionais nas quais a instalação de redes com conteúdo adulto não fosse permitida. Talvez um smartphone com sistemas à la dumbphone, talvez.../

Só divagando aqui...

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 1 points 2 days ago (4 children)

Você acha que é possível ter confirmação de idade sem ter invasão de dados sensíveis dos usuários?

Acho que de fato menores de idade não deveriam ter acesso a redes sociais ou de comunicação com alta taxa de informações sensíveis, mas não sei como isso seria feito... Até agora não ouvi nenhum feedback da lei anti redes lá na Austrália.

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 2 points 5 days ago

Toda vez que alguém me fala de cadeira ergonômica/gamer, lembro do vídeo deste casal asiático que fez um belo de um setape desenhado para quem senta no chão.

Elegante, simples e econômico.

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 1 points 1 week ago

Bastante. Comecei a utilizar o Thunderbird. Gostando bastante, apesar de ser bem poluído e não fornecer tantas opções de formatação de mensagem. Penso em experimentar outros programas...

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 2 points 1 week ago

Estou muuuito desiludido com o serviço da Proton. Criei um e-mail novo em outro serviço, eu ia fazer encaminhamento automático para essa nova conta e a Proton simplesmente** não permite isso em um plano gratuito**!

 

Amigos, estou com minha caixa do Proton Mail a quase 90% e já não sei mais o que fazer.

Quero um novo e-mail que dê condições de migrar o conteúdo de um antigo cliente e que tenha uma aplicação que me permita ler e escrever mensagens sem necessidade de internet, tal qual um mensageiro.

Já ouvi falar de e-mail assim pelo blogue ploum.net. Me falta o link agora, mas depois posso enviar.

O que me contam?

 

Minha caixa está a 80% e não tenho ideia do que posso fazer. Não quero também manter mensagens temporárias.

O que posso fazer? Será que posso “migrar” o conteúdo para outro cliente?

 

A melhor parte da semana é abrir o Fediverso em uma manhã tranquila de sábado.

Obrigado por estarem aqui!

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Lâmpadas (infosec.pub)
submitted 1 month ago* (last edited 1 month ago) by zenpunk@lemmy.eco.br to c/batepapo@lemmy.eco.br
 

Caralho, como eu odeio luz fluorescente bem no alto da cabeça...

P.S.: editei a imagem com um texto alternativo com a tradução do meme, para caso alguém a queira...

 

Caralho, como eu odeio luz fluorescente bem no alto da cabeça...

 

cross-posted from: https://jlai.lu/post/32559667

https://www.franceinfo.fr/internet/reseaux-sociaux/l-assemblee-nationale-adopte-l-article-phare-d-un-texte-interdisant-les-reseaux-sociaux-aux-moins-de-15-ans_7766495.html

(en retard)

Meme do Lemmy francófono que diz:

Parar de usar um site pedopornográfico para se comunicar (seta para a esquerda)

Proibir uso de redes sociais para menores de 15 anos (seta para a direita)

Governo e deputad@s

 

Texto do Filipe Saraiva (talvez um dos maiores sommeliers de plataformas que vejo por aqui) sobre a sua experiência no micro.blog ― e o porquê desistiu da estadia.

Com “tranquilas” o autor faz menção àquelas

redes que desabilitam funcionalidades viciantes, que fazem com que o usuário fique cada vez mais tempo na plataforma, e também funcionalidades que o estimulam a criar uma “audiência” cada vez maior em torno do conteúdo.

Achei interessante essa passagem da página de suporte do micro.blog citada pelo autor:

But it's not a clone of Mastodon. We leave features out on purpose — no likes, no boosts, no trending tags. It's not a popularity contest, and it's not a space where outrage goes viral.

Não experimentei essa plataforma, mas acho que, de certa forma, seus desenvolvedores acertaram nessa. Tenho uma impressão de que números (tanto de curtidas, compartilhamentos e até de seguidores!) levam a um ímpeto por buscar maior audiência, bem como por uma performatividade da parte dos usuários. É o que percebo em redes como Twitter, Bluesky, Instagram e... Mastodon.

Minha experiência com blogues, e até mesmo aqui no Lemmy, foram muito mais flúidas, de apreciação e discussão de conteúdo, muito menos sobre batalha de ego e performance. Nesses contextos, não me importo com quem lê, “curte” ou compartilha meu conteúdo; somente com quem interage com ele.

O que vocês acham disso?

 

Ploum, escritor e professor de Estratégias de Código Aberto na Escola Politécnica de Louvain, Bélgica, faz o relato de suas mais recentes experiências em provas, no que concerne o uso ou não uso de ferramentas generativas.

Compartilho esse texto sobretudo pela sua belíssima conclusão:

Each year, I tell my students the following: It took me 20 years after university to learn what I know today about computers. And I’ve only one reason to be there in front of you: be sure you are faster than me. Be sure that you do it better and deeper than I did. If you don’t manage to outsmart me, I will have failed.

 

No artigo traduzido a seguir, a professora de filosofia Hedda Hassel Mørch resume três modos de considerar a identidade individual: 1) Ela existiria do modo como aparenta. 2) Ela não existiria do modo como aparenta, sendo relativa. 3) Haveria uma identidade maior da qual somos instâncias ou partes.

Mais uma das traduções primorosas do @sol2070@mastodon.social, que tem a melhor curadoria de textos da atual blogosfera.

 

Ignoro, respondo quando eu estiver trabalhando, peço para ele ter um pouco de noção? Sei que sou ainda um trabalhador novato, que “precisa conquistar a equipe” etc., mas... ainda assim? Se era para me contatar fora de horário de trabalho, que me pagasse por mais horas, não?

 

Decidi que fóruns de discussão serão a minha forma primária de interação virtual ― pelo menos por enquanto ― e precisava de um repertório de bons espaços.

Entre eles, escolhi este Lemmy e o Órbita, do Manual do Usuário. Dei uma passeada no Quora ― e que sitiozinho confuso, viu? Mas a comunidade é bem simpática (apesar de que tem muitas perguntas ragebait).

Não tenho vontade de visitar o Reddit. Na vez em que o visitei, achei a comunidade muito performática.

Quais outros espaços de discussão vocês frequentam?

 

Publiquem neste fio músicas que vocês conheceram em aulas da escola, que tiveram que apresentar na escola ou simplesmente músicas que passam a energia de escola. Se possível, descrevam como as conheceram.

Queria compartilhar pelo menos três:

  1. “Eduardo e Mônica”, Legião Urbana: quinto ano de ensino fundamental em uma escola privada. Não lembro agora o contexto da aula, mas lembro que voltei para casa cantando essa música. Hoje em dia já não gosto de Legião Urbana, mas adoro as lembranças a que esta música me remete.

  2. “Globalização”, Tribo de Jah: segundo ou terceiro ano do ensino médio em escola pública. A professora de Geografia adorava uma enrolação, mas tinha muito bom gosto. “Globalização” fala sobre a descrença da ascenção dos Tigres Asiáticos como potência econômica, embalado em um reggae;

  3. “Estudo Errado”, Gabriel, o Pensador: outra pérola da professora de Geografia.

Bônus: “Aquarela”, Toquinho, essa nunca ouvi em sala de aula, mas é muito provavelmente uma música que alguém já passou em sala de aula, até por conta da letra e tal.

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